Posts Tagged ‘Mãe’

Aniversário

08/06/2012

Hoje é o dia do meu aniversário e aproveito o Blog dos Três Moleques para registrar toda minha gratidão a Deus por ter permitido realizar o grande projeto da minha vida: SER MÃE!

Gostaria de poder reunir todos os meus amigos, reais ou virtuais para, juntos, celebrarmos a vida, o amor, a fé, a esperança. E agradecer a Deus por ter planos tão perfeitos para minha vida.

E, já que o Blog é dos Três Moleques, deixo meu agradecimento a Deus através de uma música que um dos personagens preferidos deles, a dupla de palhaços Patati e Patatá, canta. (Não consegui colocar o vídeo. Sorry!)

Deusão

( … )

Obrigado Deusão
Por guiar os meus passos na vida
Por estar sempre em meu coração
Por me dar dias de emoção

Obrigado Deusão
Por me dar tanto amor e alegria
Por fazer mais feliz os meus dias
Por estar sempre em meu coração

A melhor fase!

03/02/2012

Os meninos estão ótimos. Estão numa fase muito boa de se curtir. Estão engraçados, participativos, mais independentes, porém nem tanto, o que ainda garante longas seções de colos, beijos e cheiros.

Cada fase que eles passam acho que é a melhor, sem saber ao certo o que está por vir.

Aí, outro dia me lembrei que eu havia lido um texto muito legal sobre a melhor fase. Foi no Super Duper, o Blog da Anne Rammi. Clica aqui para ler o texto e aproveita para conhecer o Blog, que é muito bom (além de divertido).

Eu não sei definir qual a melhor fase de um filho. Acho, sim, que um filho torna qualquer fase melhor.

A partir do início de março, quando os meninos estarão com 02 anos e 09 meses (quase 10), começaram na escolinha. A princípio somente meio turno. Ficam em casa pela manhã, almoçam, se der tempo ainda tiram uma sonequinha e depois vão para escola. Que medo! Mas o assunto escola merece um post exclusivo, só para ele.

E aí, estaremos entrando em uma nova fase. Em um mundo totalmente desconhecido, como todos que vivemos até agora, porém, com o diferencial de não termos mais o controle em nossas mãos. Influências externas passarão a fazer parte da nossa rotina e sobre as quais não teremos controle algum. De novo, que medo!

Mas, que venha a nova fase e todos os seus encantos e desafios!

Ah! se possível fosse, eu passaria o resto dos meus dias grávida. Eita fase boa!!!

Selo

24/05/2011

Ganhei este selo da Mariana (http://mmmais3.blogspot.com/) então preciso encaminhá-lo para 10 amigas blogueiras e falar 7 coisas sobre mim.

O selinha vai para:

Beri http://beriquerserfeliz.blogspot.com/

Kaka http://umaprincesaeduasmaes.blogspot.com/

Thaís http://soueuthais.blogspot.com/

Elen http://www.parameusantiago.blogspot.com/

Ericka http://trigemeosferreira.blogspot.com/

Le http://www.aesperadegemeos.blogspot.com/

Marisa http://bebedanizinho.blogspot.com/

Dani http://tri-felizes.blogspot.com/

Aline http://tri-alegria.blogspot.com/

Michelle http://5filhos.wordpress.com/

Agora, sobre mim:

1. AMO minha família.

2. Tenho um gatinho de estimação.

3. Amo ser mãe de múltiplos.

4. Ser mãe é o melhor dos meus projetos de vida.

5. ADORO dormir (pelo que me lembro, é claro – rsrsrsrsrsrsr).

6 – Agora me sinto capaz de entender meus pais e suas razões (pena que eles não estejam mais por aqui).

7. Aprecio um bom papo, regado a vinho e música de qualidade.

Pronto, de agora em diante preciso estabeler uma rotina de atualização do Blog, pois muita coisa aconteceu e ficou sem registro.

Aguardem!

Pronto, falei!

07/01/2011

Amo ser mãe de trigêmeos!

Acho fantástica a relação que estabeleço com cada um de vocês.

É extremamente gratificante tudo, embora às vezes também seja cansativo.

Amo vocês meus filhos e não consigo imaginar minha vida diferente. Com menos gente, nem pensar! Com mais, quem sabe?!

Mas, a verdade é que sinto falta de poder curtir mais cada um de vocês, de dar a atenção que me pedem (ou que eu e minha culpa achamos que pedem), de poder apreciar cada descoberta, desenvolvimento. De realmente fazer parte do crescimento de vocês.

Enfim, queria MAIS TEMPO com todos e, principalmente, COM CADA UM DE VOCÊS.

Pronto, falei!

2 anos

29/10/2010

Há exatamente dois anos atrás, tive meu primeiro contato com meu Trio.

Na época, sequer imaginava ser mãe de trigêmeos, embora meu desejo de ser mãe fosse cada dia maior. E mãe de três, pois sempre achei que teria três filhos.

Bom, como o tempo já estava passando para mim, o “Cara lá de cima” resolveu dar um jeitinho para atender meus desejos: fez com que eu me tornasse mãe de tri!

Então, no dia 29.10.2008, as 13h30min, a mágica se deu. Através de um procedimento médico meus óvulos foram fecundados e teve início a maior transformação e  alegria da minha vida. Uma alegria constante e renovada a cada amanhecer (mesmo sem dormir!)

Agradeço diariamente a Deus por estas bençãos na minha vida: Lucas, Gabriel e Arthur! Amo vocês meus filhos. Obrigada por terem me escolhido para ser mãe de vocês.

Como diz naquela música que eu não me lembro o nome e que não sei quem canta: “A vida para mim é boa, mais do que o normal”. (também não tenho bem certeza se é bem isto, mas o recado é este mesmo).

Ainda na barriga da mamãe

 

Minutinhos depois de nascer

 

"Quase" prontos para ir embora

 

No dia da alta, minutos antes de irmos para nossa casinha

Despertar

12/08/2010

Hoje pela manhã acordei com o despertador tocando.

Fato raro de acontecer, pois normalmente acordo por volta das 06 horas da manhã com um dos moleques chamando. Normalmente é o Lucas, pois ele é quem tem dormido mais cedo.

Mas hoje foi diferente. O relógio despertou. Coloquei na soneca. Despertou novamente. Novamente soneca. E assim fiquei por uns 20 minutos, até que, já atrasada, levantei para tomar meu banho e começar o dia.

E os meninos, dormindo.

Tomei banho, me arrumei, tomei café, estava pronta para sair. E os meninos dormindo.

Confesso que meu desejo era de entrar no quarto deles e acordá-los, um a um. Mas me limitei a entrar no quarto, aspirar fundo, setindo o cheirinho de cada um dos manos. Fechei os olhos, apurei os ouvidos e fui capaz de identificar o resonar de cada um deles. A respiração e o cheiro deles são inconfundíveis. Sempre foram. E eu sempre adorei.

Até que, finalmente, eles acordaram e eu pude pegá-los no colo, beijá-los e dizer o quanto os amo.

Não gosto de sair de casa enquanto eles ainda dormem. Gosto da rotina de tirá-los da cama, trocar a fraldinha da noite (por vezes ser “batizada” por um xixi desgovernado), colocar a roupinha que irá acompanhá-los nas brincadeiras do dia.

 Enfim, começar o dia cuidando dos meus Moleques faz com ele seja mais suave.

Fotos dos Moleques

23/06/2010

Enquanto não arrumo tempo para contar tudo que aconteceu e tem acontecido ultimamente, seguem algumas fotos do primeiro ano de vida dos meus Moleques.

Lucas

Gabriel

Arthur

Amores da minha vida, amo vocês. Muito obrigada por terem me escolhido para ser a mãe de vocês.

Febrinha

26/10/2009

Na sexta, dia 23.10, levamos os Moleques para tomar vacina. Não deu outra, no sábado, todo mundo com febre. O Lucas e o Arthur, quase nada, mas o Gabriel, 38,5º C.

Meu pequeno estava amoladinho, farol baixo. Coloquei no colo para verificar a temperatura e ele se aninhou no meu peito, me olhando como que a me dizer: Ufa! era disso mesmo que eu estava precisando! Dei o remedinho e permaneci com ele no meu colo mais um tempo. A sensação que tive era de que minha presença, muito mais do que o remédio, era o que o Gabriel precisava.

Esta foi a primeira febre dos Moleques desde que os trouxe para casa (não sei dizer ao certo se tiveram febre no hospital, mas acredito que não). Com ela eu descobri que mãe pode sim ter um filho preferido. E ele sempre será o que mais precisar dela no momento.

Felizmente não foi nada de grave e em seguida a febre já havia cedido e pudemos aproveitar o resto do sábado.

Mães Más

23/10/2009

Seguidamente durante a gravidez e ainda hoje, quase que diariamente, me pergunto que tipo de mãe serei para meus moleques. Permissiva? Repressora? Linha dura? Light? Liberal? E mais, que tipo de filhos serei capaz de criar. Como se houvesse resposta para tais questionamentos.

A verdade – se é que ela existe – é que tanto mãe como filhos estão sendo construídos no dia-a-dia. Percebo o comportamento dos meus filhos como um reflexo dos meus atos. Percebo os atos deles como norteadores do meu comportamento. E assim vamos nos moldando, procurando sempre o equilíbrio na nossa relação, respeitando as diferenças dos pequenos e seus tempos de resposta. E acho que estamos indo muito bem. Nos (re) conhecendo a cada instante e construíndo a resposta que virá só com o tempo: que tipo de mãe serei? que tipo de filho estou criando?

HPIM2074

Outro dia, ainda durante a gravidez, recebi um texto sobre mães más, que divido com vocês. O texto, além de retratar a realidade nos ajuda a aliviar as culpas inerentes ao nosso papel de mãe, pai, educador. Boa leitura!

POR: Carlos Hecktheuer – Médico psiquiatra. Fonte: Zero Hora

Muitas são as dúvidas dos pais em relação à forma de educar seus filhos. Limites, permissões, diálogos e punições têm sido temas de discussão nas famílias e no ambiente escolar. Sabe-se, contudo, que o adulto de referência tem papel central no desenvolvimento psicossocial da criança e do adolescente. Nesta perspectiva, reproduziremos abaixo um texto gentilmente enviado pela srª. Eunice Pires, mãe da aluna Ananda Pires, da 8ª série da Unidade Higienópolis, que propõe uma reflexão sobre a ‘mãe má’.

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou as revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono:”Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar”.

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para os deixar ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lagrimas nos meus olhos.

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso ( e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci… Porque no final vocês venceram também!

E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhe dizer:
“Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo…”

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.

As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.

Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e “fuçava” nos nossos e-mails). Era quase uma prisão.

Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela “violava as leis do trabalho infantil”.

Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel.

Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.

Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.

Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa ( só para ver como estávamos ao voltar).

Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

Foi tudo por causa dela.

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos “pais maus”, como minha mãe foi.

Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes mães más.

Última atualização: Segunda Feira, 21 Julho 2008, 10:05

Que Papai do Céu permita que eu possa ser “Mãe Má” para meus Moleques!!!!

O Grande Dia!

24/09/2009

Na manhã do dia 12.05 repeti a ecografia com dopller e marcamos para o mesmo dia, as 19h30min, o nascimento dos moleques. Sem dilataçao, sem contração, sem nenhum sinal de que a hora havia chegado. Somente a certeza de que os Moleques precisavam nascer para que todos tivessem chance de sobreviver. Sem falar em mim, que estava com a pressão arterial cada vez mais elevada, indicando pré eclampsia.

Durante este dia experimentei os mais variados sentimentos: alegria, medo, expectativa, curiosidade, frustração, tranquilidade, esperança, certeza. Chorei e ri. Foram horas que custaram a passar. Estiveram comigo a Fabi, o Luis Carlos, a Miriam e a Valda.

A Fabi assistiu ao parto e me ajudou a receber os moleques com todo o amor. Deste dia em diante é parte fundamental na história dos moleques. Valeu amigona!

Despedida do barrigão...

Despedida do barrigão...

 

... pensando bem, nem tão grande assim.

... pensando bem, nem tão grande assim.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Às 19h20min caminhei até a sala de parto.

20h07min: Nasceu o Lucas. Chorou! Ufa, ele chorou. Estava concentrada em ouvir o choro. Precisava ouvir o choro para saber que estava tudo bem. E estava. Eu chorei. Um choro de alegria, de emoção. Um choro diferente, especial, indescritível e que estava prestes a se repetir. O Lucas nasceu com 1,490kg e 37 cm. Lindo, forte, cheio de vida. Lucas, iluminado. Iluminando minha vida para sempre. Filho, te amo mais que tudo no mundo. Seja feliz e que Deus te abençoe.

20h08min: Nasceu o Gabriel. Chorou! Ufa, ele chorou. Eu continuava concentrada em ouvir o choro. Precisava ouvir o choro para saber que este moleque também estava bem. E estava. E mais uma vez eu chorei. A alegria e a emoção estavam me sufocando. O Gabriel nasceu com 930gr e 35 cm. Lindo, frágil em seu corpo, gigante em sua determinação,  um vencedor. Gabriel, enviado de Deus, meu anjo na terra. Filho, te amo mais que tudo no mundo. Seja feliz e que Deus te abençoe.

20h09min: Nasceu o Arthur. Chorou! Ufa, ele também chorou. Eu chorei. E relaxei. Estava tudo bem com meus três Moleques. E  eu chorei mais ainda. Desta vez, além da alegria e da emoção havia o alívio. Tinhamos ido muito bem. O Arthur nasceu com 1,040kg e 35 cm. Lindo, paciente, repleto de luz. Arthur, generoso. Sua generosidade me transformando para sempre. Filho, te amo mais que tudo no mundo. Seja feliz e que Deus te abençoe.

Todos deram uma parada para um beijinho antes de irem para outra sala, onde foram pesados, medidos e receberam os primeiros cuidados.

Já sabia que os meninos iriam direto para o CTI Neonatal em função da prematuridade, então, achei que só me restava esperar a sutura para ir para a recuperação quando novamente meus Moleques apareceram para um beijinho, desta vez, com direito a foto. Só então foram levados pro CTI, o que foi um ótimo sinal, pois estavam bem o suficiente para respirar sozinhos e “fazer um agradinho na mamãe”.

E eu fiquei ali, agradecendo a Deus por meus Três Moleques terem se saído bem no primeiro grande desafio de suas vidas. Obrigada Papai do Céu.

Eu e meus três amores. Felicidade e amor sem fim!

Eu e meus três amores. Felicidade e amor sem fim!