Archive for the ‘Gravidez’ Category

A melhor fase!

03/02/2012

Os meninos estão ótimos. Estão numa fase muito boa de se curtir. Estão engraçados, participativos, mais independentes, porém nem tanto, o que ainda garante longas seções de colos, beijos e cheiros.

Cada fase que eles passam acho que é a melhor, sem saber ao certo o que está por vir.

Aí, outro dia me lembrei que eu havia lido um texto muito legal sobre a melhor fase. Foi no Super Duper, o Blog da Anne Rammi. Clica aqui para ler o texto e aproveita para conhecer o Blog, que é muito bom (além de divertido).

Eu não sei definir qual a melhor fase de um filho. Acho, sim, que um filho torna qualquer fase melhor.

A partir do início de março, quando os meninos estarão com 02 anos e 09 meses (quase 10), começaram na escolinha. A princípio somente meio turno. Ficam em casa pela manhã, almoçam, se der tempo ainda tiram uma sonequinha e depois vão para escola. Que medo! Mas o assunto escola merece um post exclusivo, só para ele.

E aí, estaremos entrando em uma nova fase. Em um mundo totalmente desconhecido, como todos que vivemos até agora, porém, com o diferencial de não termos mais o controle em nossas mãos. Influências externas passarão a fazer parte da nossa rotina e sobre as quais não teremos controle algum. De novo, que medo!

Mas, que venha a nova fase e todos os seus encantos e desafios!

Ah! se possível fosse, eu passaria o resto dos meus dias grávida. Eita fase boa!!!

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Saudades da barriga da mamãe?

05/10/2010

Os meninos agora estão assim, não podem ver uma caixa, não importa o tamanho que querem, todos e ao mesmo tempo, entrar nela.

Esta “caixa verde” na verdade é uma banheira portátil, que minha amiga Lúcia trouxe para os meninos, mas acabou virando caixa de brinquedos e mais recentemente, local onde eles entram para assistir TV.

E assim ficam, todos juntinhos, apertadinhos, uns por cima dos outros. Mas ninguém reclama.

Seria saudades da barriga da mamãe?

Os três…

07/10/2009

              Já findava a primavera

                 Quase início do verão

                 Falou-me da idéia

                 Ter um filho em suas mãos

                 Passa o tempo e me informas:

                 “-três filhos em gestação”

                 São três nomes, três sorrisos

                 Três brinquedos, três carrinhos…

                 Quanta coisa!!

                 Começara a arrumação;

                 Pinta, borda, tricota e chora

                 Nessa estrada, só emoção.

                 Minhas dúvidas desconheço

                 Pois tenho três certezas…..

                 Tatuadas no meu coração: Gabriel, Arthur, Lucas.

                         

Poema escrito pela Dinda Ju. Achei lindo e capaz de sintetizar o antes, o durante e o depois da minha gestação.

Gravidez – Final

23/09/2009

A gravidez estava indo super bem, sem nenhum tipo de complicação até, mais ou menos, uma semana antes dos meninos nascerem, quando comecei a apresentar alteração na pressão arterial.
Como a Dra. Andiara estava sempre adiantada em relação aos problemas que poderiam surgir, solicitou uma ecografia com doppler e o exame de proteinúria para avaliar o risco de pré eclampsia.
Na segunda-feira, 11.05, o dia começou diferente. Ou será que eu é que estava diferente? Não sei, mas alguma coisa internamente me avisa que o dia seria diferente, apesar de eu estar fazendo tudo igual. Fui trabalhar, como sempre. Mas era diferente. Realizei as mesmas atividades. Mas era diferente. As rotinas se repetiram. Mas eram diferentes. Somente quando percebi que estava me “despedindo” de algumas coisas, pessoas e processos é que percebi que estava mais perto do que longe. Reuni minha equipe para conversar. O discurso dizia que logo eu começaria a sair mais cedo ou que poderia inclusive não estar fisicamente presente, mas a verdade é que indagada sobre a possível data do meu afastamento, minha resposta foi: talvez até a partir de amanhã. BINGO!
A tarde saí para a realização da eco. A mesma clínica, o mesmo médico, tudo como sempre. Mas era diferente.  O exame detectou insuficiência placentária, ou seja, um dos bebês estava com dificuldades para se nutrir e oxigenar.

Da clínica fui direto para o consultório da obstetra e depois, direto ao hospital.

Aproveito aqui para agradecer a Dra Andiara Luvielmo e ao Dr. Eduardo Becker por todo carinho, dedicação, competência, profissionalismo. Obrigada por terem tomado a atitude certa na hora certa!

O Sexo dos Bebês

23/09/2009

Sempre sonhei em ser mãe de uma menina!
Quando soube que seriam três, logo imaginei que poderiam ser “mescladinhos”, não importando a proporção, desde que mesclados.
Confesso que me decepcionei um pouco quando soube que seriam três meninos e que a minha, há muito sonhada, menina não viriam desta vez.
Mas foi só um pouco. Logo comecei a imaginar as vantagens de ter trigêmeos do mesmo sexo: roupas, brincadeiras, amigos, festas, tudo isso sem falar que os meninos são mais das mães. Vamos ver!
Hoje penso que não poderia ser diferente. Não consigo me imaginar de outra forma.
Ah! dizem que intuição de mãe é sempre certa. Pois comigo não foi diferente. Embora desejasse uma menina, enquanto estava grávida sempre me dirigi aos bebês como “Meus Moleques”.

Gravidez – Parte 1

12/09/2009

Tive uma gravidez super tranquila. Nada de enjôos, nada de náuseas, nada de desejos (normais ou absurdos). Somente no final da gestação é que começaram os edemas, nos membros inferiores. Mãos e rosto ficaram livres. Pena! Achei que teria meu momento Angelina Jolie.
Amei estar grávida, curti cada momento de forma única. Sentir as mudanças no meu corpo, ver minha barriga crescer e saber que dentro dela estavam se desenvolvendo MEUS FILHOS é algo indescritível.
Aliás, acho “estar grávida” algo um pouco egoísta, pois por maior que seja sua felicidade, por maior que seja seu desejo de dividir com os demais, por maior que seja sua disponibilidade em externar suas sensações, elas são somente suas: indescritíveis, inenarráveis, únicas.
Já sou, por natureza, chorona. Grávida então, conseguia chorar com a Fátima Bernardes dizendo “Boa noite, está no ar o Jornal Nacional”. Comercial de margarina então, nem se fala! Era pura sensibilidade.
E o amor? Nossa, o amor que se senti pelos meus filhos desde a concepção é do jeito que nunca senti antes por nada e nem por ninguém e que só faz é crescer a cada dia. Lembro que minha mãe, seguidamente me dizia: “Não adianta eu querer te explicar. Tem coisas que você só vai entender quando for mãe.” Sabias palavras! O amor e a doação são ótimos exemplos.
HPIM1137

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São Três!

11/09/2009

A primeira eco foi aguardada com muita expectativa. Com o resultado positivo do Beta HCG , eu não sabia se estava grávida de gêmeos (mais que dois nem me passava pela cabeça) ou se estava somente “muito grávida”.

Fomos para a eco, eu e a Fabi, Dinda do Gabriel, e fundamental neste processo todo (ainda vou falar muito nela, pois é a segunda mãe dos meus filhos). Eu estava muito feliz e excitada, não via a hora de reafirmar que eu realmente estava grávida.
O exame comçou com grande expectativa de todos. O Dr. Renato foi realizando a eco e anunciou: São dois sacos gestacionais! Na hora não entendi o que isto significava, mas logo caiu minha ficha. Ao mesmo tempo em que a Dra. Helena disse que eram gêmeos e sugeriu que ele procurasse se havia mais algum eu pensei: “Gêmeos!? Legal! Quem sabe vem um menino e uma menina?! Beleza!”
Neste momento, em meio aos meus pensamentos, é anunciado o treceiro saco gestacional. Confesso que senti a maca desaparecer de baixo de mim. Fiquei muito confusa e preocupada. Demorei um bom tempo para me acostumar com a idéia de que teria três filhos ao mesmo tempo. hoje, é claro, não consigo imaginar minha vida sem meus três moleques.
Minha cabeça deu voltas e comecei a pensar como faria para amamentar três se só tenho dois seios? Como poderia abraçar três se só tenho dois braços? E as massagens, os passeios e os carinhos guardados para O meu bebê, como poderiam se concretizar com OS meus bebês?
Hoje sei que tudo se ajeita e que para tudo existe uma alternativa, mas na hora da descoberta foi um choque, principalmente porque já não tenho mais meus pais, não tenho a família do marido para ajudar porque não tenho marido. Conto com meu irmão e meus amigos, principalmente a Dinda Fabi.
Mas agora, só alegria!