Archive for the ‘Dodói’ Category

Melhoramos!

26/01/2011

Pois é, melhoramos!

Há uma semana que estamos novamente bem. Passada a fase das febres altas, veio o exantema súbito, de novo. Mas como ele já não era mais novidade, foi mais tranquilo de lidar.

Aproveito para agradecer as manifrestações de carinho e apoio, importantíssimas para não deixarmos a peteca cair.

Segundo nosso pediatra, estamos precisando de férias. Sair, mudar de ares. Mas como, se mamãe só terá férias em março?

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Dias melhores virão

11/01/2011

Como os dois finais de semana anteriores (Natal e Ano Novo) foram ótimos, com direito a passeios, pracinha, muitas brincadeiras, divertimento, descanso, a expectativa para este último era grande.

Na sexta-feira, como de costume, cheguei em casa enquanto os meninos estavam jantando. Coloquei meu “uniforme de mãe” e fiquei esperando o momento de começar mais um final de semana maravilhoso.

O que eu ainda não sabia é que a aventura estava apenas começando!

Quando peguei meu Arthurzinho, percebi que ele estava febril. Imaginei que pudesse ser dente, mediquei e não dei maior importância ao fato. Montei a piscina dos manos e coloquei no box do banheiro (É. Isso mesmo, no box.) e ele e o Lucas curtiram de montão. O Gabriel não gostou. Mas isso merece um post a parte.

Um pouco antes do horário de deitar o Arthur começou a ficar incomodado e novamente teve febre.  Acedeu o alerta!

Na madrugada o bichinho chegou a fazer febre de 40 graus, com direito a vômito, inclusive. E deu início o processo.

Sexta-feira foi o Arthur, sábado começou o Gabriel e no domingo o Lucas. Não preciso dizer que fomos só agregando manos no decorrer do período. Sair, ninguém.

E agora estamos assim, com todos os meninos febris, rançando, e ficando intolerantes as medicações. Eu e a Fabi, óbvio, dois zumbis. Acho que se dormimos umas 12 horas desde sexta é muito. Horas divididas por 2, é claro. ah! e ainda tendo que trabalhar fora o dia todo!

Mas é assim mesmo, ainda mais com três. E como acredito que “não há mal que sempre dure e nem bem que nunca acabe”, imagino que a fase mais crítica já tenha passado. Agora é só esperar os dias melhores que virão. E virão!

Milagres!

16/12/2010

“Sou feliz todos os dias,

Vivo com muita alegria.

Às vezes sinto um cansaço,

Mas tudo passa com seu abraço.”

Os meninos têm a máquina ao lado e o verso é uma das musiquinhas que toca.

Desde que ouvi a música pela primeira vez (e isso já faz um bom tempo!), penso em escrever a respeito dela e de como é apropriada para mim.

Mas o momento mais oportuno é o atual. Os menino estão há quase um mês dormindo mal. Mas muito mal mesmo. Primeiro foram os dentes, depois o exantema súbito, reação da vacina, resfriado. Tudo isso, claro, multiplicado por três.

E como se não bastasse, final de ano, metas para serem alcançadas, metas para serem definidas para 2011, o estresse próprio do período e, 2 a 3 horas de sono por noite.

Tem dias que acho que não vou resistir, ou, se resistir, que não vou muito longe.

Mas aí, eis que o milagre se dá e como nos versos acima, “tudo passa com seuS abraçoS”.

Fico impressionada com a capacidade que um abraço, um beijo, um sorriso, um cheiro de filho tem. Cada vez que o milagre se dá, sinto todas minhas baterias sendo recarregadas. Sinto que vale a pena cada horinha com eles, nem que para isso eu deixe de dormir as horas necessárias. Sinto que estes cuidados são fundamentais para alicerçar suas relações futuras e lhes dar segurança.

Filhos, Mamãe ama vocês demais demais da conta. E tenho certeza de que logo, logo, estaremos rindo de tudo isso. E com saudades.

Milhões de beijocas meus amoresZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ!

Bruxas!

20/08/2010

Não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!

E andam soltas e rondando minha casa.

Faz uma semana que estamos lidando com gripes, coriza, febre diariamente, remédios e mais remédios. A febre tem derrubado meus pitocos.

Ontem levei o Gabriel e o Arthur na pediatra, pois são os que apresentam o quadro, digamos, mais delicado e foi constatado que, além de uma gripe “das brabas”, o Gabi está com inflamação no ouvidinho. Menos mal! Depois que eles tiveram bronquiolite, qualquer espirro é motivo para muita preocupação e medo de que aconteça tudo de novo.

E eu também, ontem mal podia comigo mesma. Não sei o que seria de mim se não fosse a Fabi assumir todos os cuidados dos meninos. E também meus.

“Didica, valeu! Espero não precisar retribuir nunca o que você fez ontem por mim e por nossos meninos”.

Mas nem tudo é ruim. O Arthur está quase caminhando. Ele já fica em pé sozinho e arrisca uns dois passinhos, sempre com alguém por perto.

E o Lucas tem se mostrado um parceirão. Como ele é quem está melhor de saúde, tem cedido sua vez no colo para os manos. Uma graça! Sento no chão com um dos meninos no colo e o Lucas se encosta junto, todo faceiro. Ah! E também já fica em pé sozinho.

Da próxima vez, colocarei algumas fotos e espero só ter boas notícias.

UFA

26/07/2010

A vida aos poucos está voltando ao normal.

Desde maio que venho tentando colocar ordem nas minhas vidas: pessoal, profissional, familiar.

Os Moleques completaram  01 aninho no dia 12 de maio. Estava tudo certo para a festinha deles,  que seria realizada no dia 15. Salão reservado, amigos confirmados, atrações agendadas. Porém, no dia 13 de maio o Gabriel foi internado com bronquiolite.  Correria geral para desmarcar tudo, avisar todos. O foco era outro:  a saúde dos meninos em primeiro lugar.

Passamos 09 dias no Hospital, sendo que destes, 07 no CTI. O Gabriel chegou a ir para o quarto mas acabou voltando para o CTI com o quadro, a meu ver, agravado. O susto foi imenso. O medo, indescritível. A esperança infinita.

Durante a internação do Gabriel, o Lucas e o Arthur também ficaram ruinzinhos. Porém decidimos mantê-los em casa uma vez que o quadro não era tão grave. Começamos com sessões de fisioterapia duas vezes ao dia para os manos que estavam em casa, além de todos os remédios.

Para todos os manos, doses extras de amor, carinho e chamego. Muito chamego.

Foram dias e noites de muita febre, choros, dengues, afagos. Mas, como tudo nesta vida, um belo dia, passou. A paz voltou a reinar no meu coração, pois meus Moleques voltaram a brincar, a sorrir e estavam TODOS juntos novamente.

Neste período, para completar, a Tia Solange (a pessoa que cuidava da casa e auxiliava com os meninos) também ficou doente. E aí se foram mais de 15 dias até que ela disse não ter mais condições de continuar trabalhando.

Eu, que havia tirado 10 dias de férias para poder terminar de organizar a festa dos meninos e curtir a abertura dos presentes com eles, acabei espichando as férias para mais de 30 dias. Sem festa. Sem presentes.

E voltei a trabalhar com o coração na mão. Felizmente o local onde trabalho tem pessoas compreensivas, amigas e dispostas a ajudar.  MUITO OBRIGADA a todos da Banricoop. Chefes, colegas, colaboradores. Todos. O auxílio e a compreensão de vocês foram fundamentais para a retomada do equilíbrio em minhas vidas.

A situação ainda não está redonda, porém está bem mais confortável agora.

Eis um “resumão” do que aconteceu nos últimos dias e que tenta justificar um pouco da minha ausência. Vou tentar colocar o Blog em dia, pois os meninos estão numa fase ótima, em que todos os dias há novidades.

Em breve, voltarei com as últimas dos Moleques e fotos atualizadas.

Primeiro Resfriado

14/06/2010

Também mantido para fins de registro.

 Com este tempo louco, os meninos se resfriaram pela primeira vez, começou pelo Gabriel e logo depois o Lucas e o Arthur, com uma leve febre e coriza, mas graças a Deus não passou disso.

Estão um pouco congestionados, principalmente à noite, e com isso as noites não tem sido muito calmas, mas faz parte, o importante é que eles melhorem. O sono a gente deixa pra lá, com um sorriso de cada um dos moleques re-carregamos a bateria e seguimos em frente.

Febrinha

26/10/2009

Na sexta, dia 23.10, levamos os Moleques para tomar vacina. Não deu outra, no sábado, todo mundo com febre. O Lucas e o Arthur, quase nada, mas o Gabriel, 38,5º C.

Meu pequeno estava amoladinho, farol baixo. Coloquei no colo para verificar a temperatura e ele se aninhou no meu peito, me olhando como que a me dizer: Ufa! era disso mesmo que eu estava precisando! Dei o remedinho e permaneci com ele no meu colo mais um tempo. A sensação que tive era de que minha presença, muito mais do que o remédio, era o que o Gabriel precisava.

Esta foi a primeira febre dos Moleques desde que os trouxe para casa (não sei dizer ao certo se tiveram febre no hospital, mas acredito que não). Com ela eu descobri que mãe pode sim ter um filho preferido. E ele sempre será o que mais precisar dela no momento.

Felizmente não foi nada de grave e em seguida a febre já havia cedido e pudemos aproveitar o resto do sábado.