Archive for outubro \31\UTC 2009

Suco de Laranja

31/10/2009

Aprovado!

Hoje ofereci aos Moleques suco de laranja do céu. Eles adoraram.

O Gabriel chegou a chorar pedindo mais. Como esqueci de perguntar ao pediatra a quantidade que poderia oferecer e como também não sei a resposta dos meninos, tenho ido devagar. Ofereci algo em torno de 100 ml para cada um. Somente o Arthur não tomou tudo de uma vez so, mas não porque era suco e sim porque cochilou na metade do caminho. Depois, foi tudinho!

Amanhã será a vez do suco de mamão. Tenho para mim que não ha verá a mesma aprovação dos demais sabores. Depois eu conto.

Bom feriado! Se for dirigir, não beba! Se for beber, me liga!

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Suco de Maçã

30/10/2009

Resolvi começar a testar os sucos pela maçã. Não sei se a escolhi por ser a fruta que eu mais gosto ou se foi por causa de todo simbolismo e magia que a envolvem (maçã do amor, envenenada, paraíso e por aí vai).

A verdade é que os Moleques aprovaram a escolha. Ofereci pouco mais de 50 ml para cada um deles e todos, sem exceção, tomaram tudinho e pediram mais.

O Gabriel aceitou de primeira. O Lucas fez biquinho no início, mas depois ficou estalando a boca querendo mais. O Arthur foi quem mais demorou para provar e para aprovar, mas não me preocupo, pois cada um tem de andar no seu tempo. E mais, meu dever é o de oferecer todos os alimentos para que possam começar a formar suas experiências gastronômicas e no futuro poderem decidir quais sabores, aromas e texturas mais lhe agradam.

Amanhã testaremos o suco de laranja e no domingo o de mamão. Por enquanto estou oferecendo sem adição de água, mas talvez seja necessário para ajudar a diluir o mamão, por exemplo.

É isso aí. Fiquei tão feliz com a resposta dos Moleques que aproveitei que eles estão dando o cochilinho da tarde para contar a novidade.

Pediatra Outubro

30/10/2009

Dia 29 de outubro fomos para nova consulta no Tio Alexandre e como nos demais meses, há sempre a expectativa para saber como os Moleques estão, o quanto cresceram e engordaram e também como está o desenvolvimento psicomotor. Graças a Deus, continuamos andando muito bem. Obrigada!

Então, vamos lá. Em ordem crescente, os pesos e medidas são os seguintes:

Arthur: 6,500 Kg em 60 cm

Gabriel: 7,600 Kg em 63 cm

Lucas: 8,550 Kg em 66 cm

O Lucas continua sendo o maior dos manos, mas o Gabriel está na cola dele. Tem diminuído a diferença a cada consulta. Já o Arthur, ao que tudo indica, será mesmo o menor de todos. Menor em relação aos seus irmãos, é claro. Logo colocarei algumas fotos atualizadas.

Outra novidade desta última consulta, e que nos deixou muito felizes, foi a introdução de sucos e papinhas de frutas na dieta dos Moleques.

Começaremos, na primeira semana, testando suquinhos de laranja, mamão e maçã no intervalo das mamadeiras. A partir da segunda semana, haverá a introdução das papinhas de frutas (banana, maçã, mamão, caqui, pera), só que aí, a papinha deverá substituir dois horários de leite. Vamos ver o que acontecerá. Depois eu conto.

Em relação ao desenvolvimento, segundo o Tio Alexandre, a defasagem em comparação com os bebês nascidos a termo vem diminuíndo a cada mês. Dentre as habilidades que os Moleques têm demonstrado, a principal é a capacidade de segurar objetos e, claro, levá-los a boca.

É maravilhoso ver os Moleques crescendo saudáveis e felizes a cada dia.  Às vezes, sinto tanta alegria, tanta felicidade, que não tem jeito, o coração transborda. Obrigada Papai do Céu pela família linda que eu tenho.

Febrinha

26/10/2009

Na sexta, dia 23.10, levamos os Moleques para tomar vacina. Não deu outra, no sábado, todo mundo com febre. O Lucas e o Arthur, quase nada, mas o Gabriel, 38,5º C.

Meu pequeno estava amoladinho, farol baixo. Coloquei no colo para verificar a temperatura e ele se aninhou no meu peito, me olhando como que a me dizer: Ufa! era disso mesmo que eu estava precisando! Dei o remedinho e permaneci com ele no meu colo mais um tempo. A sensação que tive era de que minha presença, muito mais do que o remédio, era o que o Gabriel precisava.

Esta foi a primeira febre dos Moleques desde que os trouxe para casa (não sei dizer ao certo se tiveram febre no hospital, mas acredito que não). Com ela eu descobri que mãe pode sim ter um filho preferido. E ele sempre será o que mais precisar dela no momento.

Felizmente não foi nada de grave e em seguida a febre já havia cedido e pudemos aproveitar o resto do sábado.

Mães Más

23/10/2009

Seguidamente durante a gravidez e ainda hoje, quase que diariamente, me pergunto que tipo de mãe serei para meus moleques. Permissiva? Repressora? Linha dura? Light? Liberal? E mais, que tipo de filhos serei capaz de criar. Como se houvesse resposta para tais questionamentos.

A verdade – se é que ela existe – é que tanto mãe como filhos estão sendo construídos no dia-a-dia. Percebo o comportamento dos meus filhos como um reflexo dos meus atos. Percebo os atos deles como norteadores do meu comportamento. E assim vamos nos moldando, procurando sempre o equilíbrio na nossa relação, respeitando as diferenças dos pequenos e seus tempos de resposta. E acho que estamos indo muito bem. Nos (re) conhecendo a cada instante e construíndo a resposta que virá só com o tempo: que tipo de mãe serei? que tipo de filho estou criando?

HPIM2074

Outro dia, ainda durante a gravidez, recebi um texto sobre mães más, que divido com vocês. O texto, além de retratar a realidade nos ajuda a aliviar as culpas inerentes ao nosso papel de mãe, pai, educador. Boa leitura!

POR: Carlos Hecktheuer – Médico psiquiatra. Fonte: Zero Hora

Muitas são as dúvidas dos pais em relação à forma de educar seus filhos. Limites, permissões, diálogos e punições têm sido temas de discussão nas famílias e no ambiente escolar. Sabe-se, contudo, que o adulto de referência tem papel central no desenvolvimento psicossocial da criança e do adolescente. Nesta perspectiva, reproduziremos abaixo um texto gentilmente enviado pela srª. Eunice Pires, mãe da aluna Ananda Pires, da 8ª série da Unidade Higienópolis, que propõe uma reflexão sobre a ‘mãe má’.

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou as revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono:”Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar”.

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

Eu os amei o suficiente para os deixar ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lagrimas nos meus olhos.

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso ( e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci… Porque no final vocês venceram também!

E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhe dizer:
“Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo…”

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.

As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.

Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e “fuçava” nos nossos e-mails). Era quase uma prisão.

Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela “violava as leis do trabalho infantil”.

Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel.

Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.

Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.

Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa ( só para ver como estávamos ao voltar).

Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

Foi tudo por causa dela.

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos “pais maus”, como minha mãe foi.

Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há suficientes mães más.

Última atualização: Segunda Feira, 21 Julho 2008, 10:05

Que Papai do Céu permita que eu possa ser “Mãe Má” para meus Moleques!!!!

05 Meses

22/10/2009

Dia 12 de outubro os moleques completaram 05 meses. Como coincidiu com o Dia das Crianças, eles ganharam alguns presentes das Dindas. Bom para a mamãe, que pode ficar livre deste primeiro dia das crianças. Mas dos próximos…

Demorei para atualizar o blog porque estou quase voltando a trabalhar e preciso deixar tudo organizado e funcionando “as mil maravilhas”. Mas isto é assunto para outro post.

Aproveitamos o tempo bom do domindo e fomos ao Parcão. Como era feriadão e não havia muita gente nas ruas, aproveitamos para passear com o trio. Escolhemos um lugar na sombra, em baixo de algumas árvores e ali fizemos nosso pique nique: leite para os pequenos, chimarrão para os adultos. Foi muito divertido, até que uma nuvem de chuva começou a se aproximar. Foi o fim do passeio. Saímos às pressas. Mas foi muito legal.

O Trio descansando

O Trio descansando

A segunda feira foi preguiçosa. Saimos somente da metade da tarde para passear de carrinho com os moleques pelo bairro e voltamos para casa, pois as Dindas Mari e Nana iriam visitar-nos.

Os moleques aproveitaram bastante, pois a cada saída que damos, há sempre muitas movidades para eles verem. E desta vez, como ficaram acordados a maior parte do tempo, chegaram em casa cansados, mas ainda assim, aproveitaram para brincar um pouco antes do banho.

Macacada reunida!

Macacada reunida!

Sentadinhos

09/10/2009

Os moleques estão cada dia mais lindos, espertos e se desenvolvendo rapidamente.

Qualquer “gracinha” que fazemos na frente deles é motivo para risadinhas gostosas, olhar maroto e beicinho de quero mais. Uma graça! O difícil é conseguir fotografar!

Outro dia arrisquei colocá-los sentados. E não é que deu certo! Os moleques conseguiram se firmar direitinho e o Gabriel ainda arriscou pose de quem estava conversando.

Pela foto do Trio, vai parecer que o Lucas é o menor de todos, mas acredito que seja somente pelo ângulo da foto, pois ele segue sendo “meu bebezão”. E o Arthur, um charme, com seu topete de malandrinho.

Gabriel

Gabriel

 

Lucas

Lucas

 

Arthur

Arthur

 

O Trio ... Amores da minha vida!

O Trio ... Amores da minha vida!

Os três…

07/10/2009

              Já findava a primavera

                 Quase início do verão

                 Falou-me da idéia

                 Ter um filho em suas mãos

                 Passa o tempo e me informas:

                 “-três filhos em gestação”

                 São três nomes, três sorrisos

                 Três brinquedos, três carrinhos…

                 Quanta coisa!!

                 Começara a arrumação;

                 Pinta, borda, tricota e chora

                 Nessa estrada, só emoção.

                 Minhas dúvidas desconheço

                 Pois tenho três certezas…..

                 Tatuadas no meu coração: Gabriel, Arthur, Lucas.

                         

Poema escrito pela Dinda Ju. Achei lindo e capaz de sintetizar o antes, o durante e o depois da minha gestação.

Domingo Ensolarado

07/10/2009

HPIM2494

O domingo amanheceu ensolarado. Perfeito para um passeio com o Trio.

As 09h30min começamos os preparativos para sair: dar mamadeira para os pequenos, trocar as fraldas, colocar roupinha, lavar as mamadeiras da noite anterior, preparar as mamadeiras para o passeio, carregar a bateira da máquina fotográfica, arrumar a sacola, tomar café, tomar banho, dar mamadeira para os pequenos, trocar as fraldas, acondicionar as mamadeiras para o passeio, preparar o chimarrão, trocar a roupinha dos meninos, pois estava muito quente e eis que, as 13hs30min conseguimos, finalmente, sair de casa.

Rumamos para Zona Sul. Destino: calçadão de Ipanema. Lá chegando escolhemos uma parte com menos movimento e começamos o desfile. Era dois passos e uma parada. Delicioso poder exibir os moleques, que se comportaram de forma exemplar, com direito a alguns sorrisos, apesar do calor.

Como este foi nosso primeiro grande passeio, resolvemos não abusar e pouco tempo depois começamos nossa viagem de volta.

Agora é torcer por outros domingos ensolarados para podermos passear com os pequenos.

HPIM2489