Gravidez – Parte 1

Tive uma gravidez super tranquila. Nada de enjôos, nada de náuseas, nada de desejos (normais ou absurdos). Somente no final da gestação é que começaram os edemas, nos membros inferiores. Mãos e rosto ficaram livres. Pena! Achei que teria meu momento Angelina Jolie.
Amei estar grávida, curti cada momento de forma única. Sentir as mudanças no meu corpo, ver minha barriga crescer e saber que dentro dela estavam se desenvolvendo MEUS FILHOS é algo indescritível.
Aliás, acho “estar grávida” algo um pouco egoísta, pois por maior que seja sua felicidade, por maior que seja seu desejo de dividir com os demais, por maior que seja sua disponibilidade em externar suas sensações, elas são somente suas: indescritíveis, inenarráveis, únicas.
Já sou, por natureza, chorona. Grávida então, conseguia chorar com a Fátima Bernardes dizendo “Boa noite, está no ar o Jornal Nacional”. Comercial de margarina então, nem se fala! Era pura sensibilidade.
E o amor? Nossa, o amor que se senti pelos meus filhos desde a concepção é do jeito que nunca senti antes por nada e nem por ninguém e que só faz é crescer a cada dia. Lembro que minha mãe, seguidamente me dizia: “Não adianta eu querer te explicar. Tem coisas que você só vai entender quando for mãe.” Sabias palavras! O amor e a doação são ótimos exemplos.
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